quarta-feira, 16 de abril de 2014

PETROBRÁS EM MÃOS ERRADAS


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Que adianta fazer pouse de pessoa séria no momento que só uma resposta existe para justificar a aquisição de Pasadena:  Fizeram uma lambança compraram uma mercadoria por um preço absurdo com muita suspeitas. Por que? Porque a Petrobrás nem deveria ter pensado no negócio por se tratar de uma sucata. Onde os belgas comprariam por U$ 42 milhões uma refinaria? Em lugar nenhum do planeta, porque simplesmente não existe uma refinaria de médio a grande porte com este valor, era sucata, tanto que não funciona. 

Há muito tempo que esta CPI deveria ter sido instalada, porque essa história foi divulgada no ano passado, publicamos neste blog, aqui  São muita acusações que existem sobre a administração da empresa. Vejam o vídeo abaixo.





Dizer "Nós confiamos na Petrobrás" não quer dizer nada. Nós é que não confiamos nos gestores, ou dizer que estão querendo  denegrir a imagem da empresa, negativo, estamos querendo preserva-la, por isso necessita de investigações profundas na empresa.

Não é só isso, existem outras acusações que só através de uma CPI pode ser  esclarecidos, como lavagem de dinheiro que pode chegar a R$ 10 bilhões, propina dada por uma empresa holandesa e etc. Enquanto isso os governistas tentam embolar o meio de campo com outros assuntos, se existem suspeitas de corrupção contra partidos de oposição é fácil para os governistas criarem CPIs, e devem criar, mas cada uma investigue dentro dos seus objetivos ou talvez não o façam porque investigar corrupção em licitação de trens pode chegar em lugares indesejáveis pelo governo.

Em toda essa história o mais concreto é a péssima situação financeira que se encontra a Petrobrás, tanto que as obras da refinaria Premium I em Bacabeira já está com mais de um ano paralisadas, sem um justificativa que não seja a falta de recursos financeiros e dificuldade de contrair empréstimos.









terça-feira, 15 de abril de 2014

VIOLÊNCIA PERTINAZ



Em Luziânia, Goiás, dois assaltantes entram numa lotérica no final de expediente, os funcionários fecham a porta que dá acesso aos caixas deixando no salão de atendimento um funcionário que fazia a limpeza, com tentativas frustradas de concretizar o assalto espancaram o rapaz que trabalhava e por fim o mataram com um tiro na com um tiro na cabeça. Mais uma vez o silêncio foi à resposta das autoridades do escalão superior ao crime que vitimou um pai de família, no entanto, quando acontece ao contrário, às vezes, aparece alguém no segundo escalão dando nota de repúdio.






Dentro dos limites que a maioria da imprensa se coloca, noticiando o fato, um repórter entrevista um senhor que exclama: “Cadê a polícia”, este é o raciocínio induzido na maioria da população, “a culpa é da polícia”, “falta policiamento”, como se fosse possível a polícia evitar os crimes praticados no país com a leniência das leis que transformam os homens dos quartéis um roçadores que corta a parte vegetativa do capim sem retirar raízes do solo, como houvesse racionalidade o Estado colocar um policial em cada esquina e produzisse eficácia, não existe ponderação da sociedade que as leis frágeis além de incentivar crimes ampliam gastos para os Estados que já sofrem por escassez de recursos e alocados em outras áreas beneficiariam melhor a população, como saúde e educação, comodismo e preguiça mental, dos eleitores dopados na educação abalizado ao conformismo, a indução de raciocínio à teimosia aos falsos consensos formados, os políticos, sem exceção, mantêm uma forma de governar nociva a Pátria, a violência é uma célula que compõe ao tecido canceroso. 

domingo, 13 de abril de 2014

VIOLÊNCIA NOSSA DE CADA DIA



O Brasil já não se importa mais em sair nas estatísticas negativas quando comparada com os demais países do planeta, desta vez foi com relação à violência, o Escritório das Nações Unidas Sobre Drogas e Crimes, (UNODC) laçou na semana passada o relatório global sobre homicídios nele informa que em 2012 aconteceram 50.108 assassinatos no Brasil e no mundo 437.000, correspondendo a 11,46% a participação brasileira, enquanto a nossa população corresponde a 2,8% da terra.

O que impressiona é a frieza das autoridades brasileiras, imbuídas no comodismo e no discurso ideológico de que a violência é uma questão de sobrevivência, ou que os marginais são vitimas da sociedade ou do sistema, prevalece, então, à irresponsabilidade de permitir que inocentes paguem por esses absurdos. Fingem que não percebem, mas se utilizam do dinheiro dos desprotegidos para se protegerem com caríssimos mecanismos de segurança.
 

A insensível presidente da republica só tem uma preocupação, de permanecer no poder, mesmo que seja no processo do “vale tudo” inclusive enganar, profundo expertise neste procedimento a Dilma palatável que aparece nos meios de comunicação de massa não é a mesma dos bastidores, com ares recheados de obscurantismo, esgoela quando alguma notícia de corrupção é vinculado na TV mesmo sendo seu governo recheado de acusações de corrupção, a ordem é abafar, não deixar sair CPI da Petrobras com justificativa de que sua polícia investiga quando há acusação de interferência na independência daquele órgão.  São os inimputáveis, inexiste consciente pratica do fracasso que é seu governo, do mal que uma gestão equivocada causa a milhões de pessoas,  no entanto, faz tudo ao contrário proíbe a divulgação do PNAD, Plano Nacional por Amostragem de Domicílios certamente porque os dados coletados pelo IBGE são desfavoráveis, como se o mal pudesse se transformar em bem.  



domingo, 6 de abril de 2014

DERROCADA DO MILAGRE ECONÔMICO DOS MILITARES.

QUEM QUEBROU O BRASIL FOI GEISEL, AFIRMA DELFIM. Com este título a Folha de São Paulo exibe uma entrevista com o ex-ministro da Fazenda de Médici. A responsabilidade de Geisel ocorreu porque como presidente da Petrobras no governo Médici, no momento da cartelização do petróleo pelos árabes, ele se negou a abrir a exploração de petróleo a empresas privadas, assim o entrevistado faz acreditar.

A crise do petróleo ocorrida na década de setenta foi à grande desculpa para o fim do milagre econômico brasileiro ocorrido no governo de Médici, é muito fácil encontrar o culpado perante uma nação que não pensa por ignorância ou por comodismo.

Queria o ministro, na época, que numa economia fechada se abrisse um foco de liberalismo sobre o setor mais polemico e os demais permanecessem como estavam e tudo daria certo. Acredito que, naquele tempo, não havia interesse privado no setor para produzir com velocidade de exploração necessária para evitar a quebradeira, como ele mesmo falou na entrevista que as reservas brasileiras eram praticamente para um ano de exploração. Por outro lado a primeira subida em 1973 chegou a U$ 6,00 valor baixo que produzisse atração para a iniciativa privada entrar nesta aventura que, certamente, só compensaria no final da década de setenta quando o preço do óleo ultrapassou a U$ 20,00, o sucesso alcançado após a lei 9.478/97 com a quebra do monopólio de exploração da Petrobras não seria o mesmo no início dos anos setenta. O sucesso atual ocorreu porque o Geisel, que endividou a Petrobras, como ele falou, jogou a empresa para o mar em busca do produto, foi uma aventura que deu certo.

Enquanto a nação brasileira viver desse artifício de uma justificativa que caiba na cabeça miúda da maioria dos brasileiros for o ponto final, não vamos a lugar nenhum, o país carece de discussão sobre a razão do país quebrar no regime militar, deveria ser discutido porque por falta desta ação o país vive repetindo erros e os milhões de “excluídos” não mudaram a sua condição.


Eu diria que os militares não fizeram boa condução da política econômica porque combateram o comunismo, mas não combateram a ideologia e as reformas de Costa e Silva foram baseadas em propostas econômicas socialistas onde o Estado era o maior empresário, chegamos a ter mais 50% da economia na gestão do governo. Portanto, acredito que, o erro foi na construção dos pilares econômicos com modelo estatizante, faltou a ideia liberalista de Pinochet do Chile, e essa comparação é considerada atrevida, porque no consenso dos “intelectuais” brasileiros, Pinochet foi totalmente errado, criminoso, e etc, o politicamente correto é Fidel Castro que matou muito mais que o general chileno e de troco levou o povo para opressão. Se nós somos o produto dos nossos raciocínios, então, nossos resultados sempre serão medíocres. 

quinta-feira, 3 de abril de 2014

COMO VOLTAMOS PARA INFLAÇÃO INCESSANTE

Em cinco de outubro de 2010 escrevi BRASIL PEDE SOCORRO, e falei: O Brasil é governado  por um presidente que não gosta de ler e nem sabe fazer conta, está direcionando o país para uma hiperinflação. Na época o país crescia bem, mas por que o pessimismo? Existem fatores determinantes que os políticos não admitem e os economistas, a maioria, fingem não existir. Para ser mais claro tentarei redigir de forma compreensível.


A Constituição de 1988 foi editada no país das maravilhas, de Alice, onera demasiadamente o Estado como se ele fosse uma fonte inesgotável de recursos financeiros. Na construção da estabilização da moeda foi necessário um processo de desoneração do fisco, austeridade fiscal, as privatizações tão criticadas pela oposição e pelos desavisados fizeram parte desta ação, que deveria permanecer rotina com gestores seguintes. No entanto, a movimentação foi no sentido contrário com os “progressistas” no poder, esqueceram as reformas e oneram de forma impiedosa a Nação, escasseando-a de investimentos em infraestrutura, de forma que o Orçamento da União tornou-se pouco produtivo, a conseqüência o país perdeu competitividade sem ambiente favorável para negócios e uma dívida interna ampliada nos últimos 12 anos que deteriora a economia mais pelo custo das obrigações financeiras que pelo volume. O custo da dívida se eleva (aumento de juros) para conter a inflação que hostiliza o ambiente de negócios e dificulta a geração de oferta, que estimula mais inflação formando uma bola de neve, exigindo cada vez mais ampliação da carga tributária. A inflação está instalada em nossa economia de forma crônica, ainda não é hiperinflação, mas é uma questão de tempo. Por outro lado em 2010, apesar do país apresentar superávit nas contas externas, já se observava uma tendência negativa por quedas consecutivas no comercio externo ficando devedora em 2013, obrigando o governo a recorrer à contabilidade criativa para apresentar um pequeno superávit, no entanto, as contas externas ficaram negativas em U$ 81,374 bilhões (fonte ECONOMIA – VEJA) sinalizando um princípio avançado de deterioração, também, das contas externas, de forma que, para corrigir essa digressão, novamente necessitamos de um governo que proceda austeridade fiscal, como isto é impossível em governos socialistas a hiperinflação será inevitável.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

INFACTÍVEL

Sentimos o Brasil um país cada vez mais estranho, quando notamos que a esperança se torna impossível, que nada funciona, que a segurança é uma ameaça a cada instante, que o cotidiano é uma guerra onde mais de 150 brasileiros são assassinados diariamente, a saúde, embora, o programa mais médicos, não melhora e as chances são pequenas porque o gargalho é na estrutura do sistema que em 2003 pra cá tem diminuído o número de leitos por 1000 habitantes. Conforme o programa Bem Estar da Globo disse que nos últimos 7 anos o país perdeu 42.000, e possui 1,85 leitos por 1000 habitantes, isso em setembro de 2012, O ideal seria 3 leitos/1000hab. A educação se transforma em doutrinação ideológica, dessa forma se produz gerações de jovens com ideais socialistas, conscientizados de que o Capitalismo é o mal, embora queiram usufruir de suas benesses.  

A mobilidade urbana é fortemente deficitária, com investimentos insignificantes. No entanto na revista Veja de 12 de fevereiro de 2014 na pagina RADAR diz: “Em novembro do ano passado, 62% dos entrevistados em pesquisa do Ibope disseram querer “mudanças” no Brasil. No fim de janeiro, o Ibope voltou a campo para tentar entender que tipo de mudança os pesquisados tinham em mente. Uma parte substancial dos ouvidos quer “mudanças”, sim, mas com Dilma”. Essa “parte substancial” não está entendendo nada do que está acontecendo com país que vive, seria como alguém que sofre de infecção intestinal e por desconhecimento do diagnostico continua ingerindo alimento contaminado.

Não é só a ignorância, outros fatores influenciam na formação desse pensamento em boa parte da população com a cumplicidade da manipulação do trabalho de marketing ficou fácil transformar a inércia em sucesso, a ocasião favorável gerada pela estabilidade econômica e o conveniente cenário econômico mundial somando-se à distribuição de dinheiro criaram uma zona de domínio em uma vasta parte da população. 



Claro que a entrevistada não tem percepção realista da situação do país que habita, sente sintomas mas não tem diagnóstico, não imagina que a base de nossos problemas está na corrupção, na qualidade do gasto do governo que é péssimo, e na burocracia que paralisa o governo, presa fácil para políticos espertos.

A corrupção é um problema grave que necessita do empenho da sociedade para solucionar, é praticamente impossível quando uma grande parte do eleitorado pensa dessa forma. Por R$ 20,00 ela se anula, não é só por falta de esclarecimento, enquanto é anestesiada com R$ 20,00 o governo financia grandes empresários com bilhões de reais.

A grande maioria da população não se importa com a qualidade dos gastos do governo, acredita-se que dinheiro não é problema para quem arrecadou em 2013 R$ 1,17 trilhões. Ninguém acredita que nos custa caro esse procedimento, parece insignificante por ser socializada entre milhões de brasileiros, mas é por essa condição que podemos afirmar que o governo não vai melhorar seus serviços básicos à população, a tática é o jogo da aparência, como o programa Mais Médicos.

A burocracia é como um vírus que silenciosamente aniquila com o corpo, paralisa a maquina pública que
 foi ampliada no governo do PT.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

IMPERIALISMO


Esse é um carinho pessoal da presidente Dilma Russelff a um ditador criminoso que ela transforma em nome do nosso país, cujo sucesso é evidente por desconhecimento população sobre a realidade da existência dessa ditadura, tudo porque neste país as decisões são de governo imperialista.  

Por ablepsia o brasileiro sempre desejou um presidente imperador, um chefe de nação mandatário, que decide e que resolve os problemas, isso vem acontecendo desde que nos tornamos república, é como se o nome de Imperador fosse trocado por Presidente e muito raramente algum presidente brasileiro decide sabiamente sobre os problemas da nação, o que tem acontecido é uma expansão do autoritarismo na função e resultados insatisfatórios na economia, é o que vivenciamos com a presidente Dilma Rousselff, vejamos um trecho do jornal Brasil Econômico se referindo a economia:    Schwartsman atribui os equívocos à presidenta Dilma Rousseff. "Vamos falar a verdade: a política econômica no Brasil emana diretamente da Presidência da República. É ali que a responsabilidade está".

Essa perturbação não é corrigida nas escolas que educam, pelo contrário, propositadamente ela é mantida, a conseqüência é devastador, pois uma parte da população é alheia a situação e a outra que deveria ser formadora de opinião é incapaz de pregar boa opinião por ser mal educada. Dessa forma o pensamento de uma pessoa passa a ser o azar de milhões de brasileiros.

Sem oposição e com Congresso indecente, o autoritarismo da presidente toma forma de um monstrengo produzindo efeitos destruidores na economia atirando para a obscuridade o destino dos 200 milhões de brasileiros que até a pouco tempo, com a estabilidade monetária, parecia notoriedade um país de futuro promissor. Em pouco tempo tudo muda por uma seqüência de erros de dois presidentes capitaneados por raciocínios ideológicos conflitantes com o sistema econômico existente no país. O primeiro armou a estrutura com base a cooptação, boa parte da população com a distribuição de dinheiro, os empresários com beneplácito dos financiamentos de juros subsidiados na rede bancaria oficial, a grande imprensa com contratos milionários, blogs sustentados por estatais, o Congresso com o famoso toma lá dá cá não funciona, a Justiça que alguma vez perde a independência por causa das investidas, sobra uma minoria da população que se dane e aprenda a conviver com a tirania.




Com o cerco armado a presidente fica a vontade para decidir conforme determina a sua filosofia, não importa fugir do interesse do contribuinte a grande imprensa comprometida está à disposição para justificar erros e, dessa forma, destina-se alta soma de recursos para países de ditaduras criminosas, até parece, que os recursos financeiros do país são acervo pessoal do governante.


As reformas que seria alterar gastos improdutivos quando a Constituição determina, são esquecidas, no entanto, ampliam-se gastos de péssima qualidade formando um Orçamento com imensa parte improfícuo, que gera o déficit fiscal, que necessita de aumentar a dívida, sem infra estrutura não há expansão de oferta, que gera inflação, que aumenta taxa de juros, que aumenta o gasto ruim do Orçamento. Mas, a presidente resolve investir na infraestrutura de Cuba, por um suspeito beneficio no futuro, tudo porque é a presidente quem manda.