quarta-feira, 20 de julho de 2011

HOMOFOBIA



Pai e filho foram agredidos por serem confundidos como gays na cidade São João da Boa Vista, no interior de São Paulo. Um suspeito foi preso confessou a agressão, mas o juiz não concedeu a prisão por se tratar de crime leve.

É lamentável que um criminoso confesso fique solto por ser considerado crime leve quando se trata de agressão física. Arrancou um pedaço da orelha de uma pessoa por acreditar que se tratava de um casal gay, o que significa que se trata de criminoso seqüencial, porque cada vez que ele encontra um gay, minto, como são covardes, agridem quando estão de grupo o que é mais grave. Para um país mergulhado na violência isso pode ser considerado crime leve, de pouca importância. Que grau de importância daria se acontecesse com você ou alguém de sua família? O comodismo nos deixa esperar que um dia sejamos vitima, certamente não iremos considerar um crime leve.

Assim é a lei, fraca, leniente com a criminalidade. O problema não é a falta de lei contra a homofobia, toda violência é igual, tanto faz ser contra gays ou heteros, a punição deveria ser imediata. Responder em liberdade num processo que depois do esquecimento público, e as artimanhas jurídicas, não se sabe o que acontecerá.



sexta-feira, 15 de julho de 2011

TEATRO



Foi uma festa no 52º Congresso da UNE em Goiânia dia 13.07.2011, com estilo de palanque armado pela UNE para o ex presidente LULA, oportunidade que mais uma vez foi exaltada a criação do PROUNI sancionado em 2004. Intrigante é que o Lula não muda o estilo, time que está ganhando não se deve mexer, assim acredita. Atacou o vento: “Me criticaram porque eu criei o PROUNI”.

Quem criticou? Provavelmente quem incentivou a multiplicação das Universidades privadas. Ação esta, que o Lula foi contra. Dizia que estavam privatizando o ensino Superior. Portanto, pergunto: Sem as Universidades privadas existiria PROUNI? Não. Então Lula sancionou, mais não criou o PROUNI, faz parte do projeto previsto na expansão das Universidades Privadas, e atendimento às classes menos favorecidas. A administração é impessoal, é um processo, cria quem gera a idéia.

Interessante, também, foi o presidente da UNE, Augusto Chagas falar que não era por ter recebido 7 milhões do governo em pouco mais de dois anos que possui tendências governista. Foi preciso essa afirmação, porque, certamente, nem ele mesmo acredita nisso. Com tanta denuncia de corrupção e desfechos mal solucionados. Qual é o motivo para tanta festa? Fico por aqui. São estudantes que freqüentam escolas que ainda não souberam explicar direito, as atrocidades vividas em países que submergiram ao comunismo. Será que desejam que nosso país passe por essa insensatez?

quinta-feira, 14 de julho de 2011

PÃO & CIRCO



Albertão em Teresina inaugurado em 1973 - "ELEFANTE BRANCO" tempo das vacas gordas. Época que as contas do governo eram irrigadas pelo FMI



Com a demissão do ministro do transporte Alfredo Nascimento e o depoimento de Pagot no senado na última terça feira dia 12.07.2011 afirmando inexistência de qualquer indício de corrupção no Dnit convenceu a todos que queriam ser convencidos, aos que são alheios a este tipo de movimentação política, infelizmente a grande massa. Não contentou as pessoas que estão vigilante ao processo de gasto do governo. Infelizmente uma minoria.

Esta alienação política não acontece por acaso, remonta dos meados do século passado quando aconteceu o golpe Militar em 31 de março de 1964. Na época em meios de grandes conflitos uma opção foi o velho recurso do “pão e circo” que continua contemporânea desde a Roma antiga.

No momento do golpe militar, Roberto Marinho havia adquirido uma concessão de TV em julho de 1957 e, inaugurada em 26 de abril de 1965 na cidade do Rio de Janeiro. Foi uma emissora que nasceu grande e poderosa. A GLOBO foi para a sociedade brasileira, o surgimento do progresso e das inovações em telecomunicações. A modernidade.

Os militares investiram no futebol, construindo caríssimos estádios de futebol por todo país, muitos deles quase sem utilização e que hoje só servem para encarecer os orçamentos dos Estados em manutenção. A prática esportiva se tornou nacionalista, emocionante e houve forte estímulos, surgindo cantorias oportunas. “Noventa milhões em ações pra frente Brasil, salve a seleção...”

A Globo divulgava entusiasticamente o desenrolar dos eventos esportivos principalmente o futebol como incentivo de ocupação masculina e, oportunidade que surgiram as famosas Telenovelas que projetaram grandes sucessos de Janete Clair e outros, para o público feminino. É melhor ocupar a mente do povo para descobrir quem matou Salomão Rayala, (77/78). Assim se esquecia de informar o que acontecia em Xambioá em seus mais cruéis detalhes. Portanto, novela e futebol passaram a ser os mais degustáveis assuntos em qualquer roda social.

Esta ajuda da Globo foi declarada num artigo de Roberto Marinho publicado no jornal O GLOBO em 1984: “Participamos da Revolução de 1964, identificados com os anseios nacionais e preservação das instituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada...”

Assim estava formado o circo com sucesso. O pão ocorreu com ajuda dos Estados Unidos com o Programa Aliança para o Progresso, lançado em 1961, no governo de John Kennedy, que durou até 1970 com o objetivo de fomentar em toda America Latina o desenvolvimento econômico, com ajuda técnica, financeira e distribuição de alimentos (leite, queijo, massas) em regiões mais carentes.

O Regime Militar acabou e restou um povo de pouca educação no sentido mais amplo, porque até o ensino acadêmico foi sucateado. Um povo que não diferencia ditadura de democracia, pelo temor de opinar, de participar e até de se indignar publicamente. Exceto os estudantes que ainda se movem em momentos que são conduzidos. Dessa forma, é mais confortável continuar conversando de futebol e de Salomão Rayla.

Esta situação foi muito criticada, no passado, pelos atuais detentores do poder, hoje beneficiários, que se sentem confortáveis em acreditar que tudo está resolvido com os desfechos dos sucessivos escândalos de corrupção que ficam sem conclusão por apatia popular.





Castelão em São Luis pouco utilizado

terça-feira, 12 de julho de 2011

SERÁ?



Vendo o depoimento de Pagot, no senado, tem-se a idéia de que tudo não passou de um mal entendido. Evidencias são só evidencias não são provas. A presidente cometeu uma injustiça em demiti-los, foi de uma forma deprimente como aconteceu, pois saíram como corruptos. Vejamos um trecho da revista Veja sobre o caso:

“O esquema envolvia tanto dinheiro que, em determinado momento, chegou a causar problemas de administração. “Agente não sabia mais a quem pagar”, conta um empreiteiro. A confusão durou até maio deste ano. “Ligava deputado, senador e funcionário cobrando a mesma coisa”. O diretor do Dnit recebia “entregas” em um hotel de Brasília, “O quarto era uma bagunça. Ele marcava uma reunião lá, a gente chegava, falava sobre a obra, deixava o envelope com o “acerto” em cima da mesa e ia embora como se nada tivesse acontecido. Às vezes, tinha até uma assessora dele junto”, conta o lobista de uma empreiteira. Até a semana passada, Alfredo Nascimento usava um apartamento no mesmo hotel. O chefe de gabinete do ex-ministro Alfredo Nascimento, o auditor Mauro Barbosa, também demitido, tinha menos pudor. Ele recebia seu “acerto” no próprio ministério. Revela um empreiteiro: “O combinado era o “pagamento” ser feito até dez dias depois da liberação das faturas. Uma assessora dele ligava para marcar audiência. A gente colocava o dinheiro em um envelope e deixava sobre a mesa de trabalho dele”.

A partir de maio, diante da reclamação de empreiteiros e da suspeita da cúpula do PR de que a propina não estava chegando integralmente aos cofres do partido, Alfredo Nascimento e o deputado Valdemar Costa Neto, respectivamente presidente e presidente de honra do PR decidiram criar um caixa único e nomear um arrecadador central. O escolhido para o cargo foi Luiz Tito Barbosa, assessor do gabinete do ministro também demitido pela presidente Dilma na semana passada. Discreto e menos conhecido, Tito era mais cauteloso. Orientado pelos colegas sobre a possibilidade de estar sendo monitorado pela polícia, ele não recebia o pagamento nem no ministério nem em hotéis, ao contrário dos outros. Tito marcava encontros em estacionamentos movimentados, normalmente em shoppings de Brasília. Uma das “entregas” recentes aconteceu nas proximidades do PR. Observado, ele chegou, parou o carro e abriu o vidro. Um homem se aproximou rápido e entregou-lhe um envelope branco do qual foram sacadas e sem numeração seqüencial, conforme combinado entre o corrupto e corruptor. Pelo volume, calcula-se que havia no envelope perto de 300.000 reais”.

Intrigante que na demissão fulminante da Presidente atingiram exatamente essas pessoas. Certamente no momento da decisão em demitir a presidente Dilma deve ter olhado uma bola de cristal ou se não sabia desconfiava.

NADA A DECLARAR



O convite da Dilma ao senador Blairo Maggi (PR-MG) deve ter havido algum significado, e nada ou pouco se sabe das articulações nos bastidores, certamente deve ter acontecido uma pré ação para que Blairo, padrinho de Luiz Antonio Pagot (ex-diretor do Dnit), garantir que seu afilhado nada falaria que tomasse o Planalto de sobressalto. “Pagot não apontará dedo a ninguém” afirmou Maggi. Dessa forma tudo se resolve. Provar é difícil. Só sentimos. Sentimos as estradas se acabarem apesar do governo bater recordes de arrecadações a cada ano. Saúde, Educação e Segurança que não melhoram e um governo faminto por impostos. Carga tributária altamente pesada, que exporta empregos.



CONVERSANDO TUDO SE RESOLVE

VALE TUDO



È grande a expectativa do Planalto sobre o depoimento,no Senado, do diretor afastado do Dnit Luiz Antonio Pagot, envolvido no escândalo do Ministério dos Transportes que culminou com a demissão de Alfredo Nascimento. Pagot inicialmente fora demitido pela Presidenta, mas que se sentiu injustiçado porque como ele próprio falou. “Só cumpria ordens”. Conforme a revista Veja ele foi afastado no sábado (02.07.2011) mas na segunda feira deu expediente normalmente num gesto claro de quem desafia a Presidente, entrou de férias assegurando que voltaria – ou que jamais seria demitido.
Continua a Veja: “Pagot chegou a insinuar que o dinheiro coletado também custeou a candidatura da Dilma”.

Como no escândalo de Palocci, também, houve menções de que a W. Torres umas das clientes da consultoria do ex Ministro havia depositado 2 milhões de reais em duas parcelas de um milhão de reais, para a campanha de Dilma. Após a saída do Ministro veio o silencio dessas acusações. Nada de satisfação ou de investigações, assim, com certeza, o mal feito exala menores odores.

Fica evidente que propinas para campanhas, principalmente, para candidatos majoritários do PT são considerados pequenos delitos tanto pelos partidos como, também, pela maioria do eleitorado e imprensa de massa, e assim a omissão se torna a solução mais viável conseqüentemente o esquecimento mais rápido. Essa embriagues no período eleitoral que favorece a promiscuidade, o vale tudo é tão criminosa quanto ao filho do ex ministro que, conforme revista Veja, em 2005 montou uma empresa com o capital de R$ 60.000,00 e em 2008 apresentava um patrimônio de 52 milhões de reais.

É uma pratica que não será corrigida por nenhuma reforma eleitoral sem que a indignação da sociedade se pronuncie.

domingo, 10 de julho de 2011

FILANTROPIA DO PT



Esta imagem de uma montanha de dinheiro não é fantasiosa, não é miragem, como Mercadante quer que se acredite. Esta foto não foi realizada no Banco Central ou na casa de um bilionário, Ela foi feita na polícia. È real. O dinheiro não apareceu do nada. O proprietário não tem coragem de reclamar, de dizer: este dinheiro é meu, perdi na encruzilhada, ou me roubaram, devolvam meu dinheiro etc. Só restou o silencio e a má vontade de investigar.

Após quase cinco anos sem que ninguém reclamasse sua propriedade, a montanha de dinheiro apreendida com os "aloprados do PT" em 2006 deverá, enfim, ter uma destinação nobre. O Ministério Público Federal encaminhou uma petição à Justiça pedindo uma audiência, com a participação da União, para definir o que fazer com o R$ 1,7 milhão que seria usado para comprar um falso dossiê contra o então candidato ao governo de São Paulo José Serra (PSDB). Se a Justiça aceitar, as autoridades devem nomear uma entidade filantrópica a ser beneficiada.



Como acreditar nas sinceras palavras de Mercadante?